PINTORES CONTEMPORÂNEOS: Tema: Crianças – 1
DONALD ZOLAN
(Brookfield, Illinois, EUA, agosto de 1937 – Maricopa County, Arizona, 20 de Julho de 2009)
“Gostaria que todas as crianças, aqui na América e no mundo inteiro pudessem viver como as crianças seguras e felizes que mostro nas minhas pinturas. (Donald Zolan)
TOM SIERAK (pintor americano)
ANTONIO CAPEL (pintor espanhol)
JEAN MONTI (pintora americana)
Pintura Contemporânea: Thierry Duval
THIERRY DUVAL (Paris, 1968)
Ilustrador e aquarelista, formado na "École nationale supérieure des arts décoratifs" de Paris, em 1982.
SAIBA MAIS: SITE DO ARTISTA
GALERIA
Pintura: As máscaras–Artistas contemporâneos – Galeria 7
MICHAEL CHEVAL
SERGEI KUSTAREV
MARY JANE ANSELL
ALEX LEVIN
MICHAEL WHELAN
Faça chuva ou faça sol…- Galeria 18 – Pintores Contemporâneos
STEVE HANKS
STEVE HANKS
AN HE
DUFFY SHERIDAN
VICENTE ROMERO REDONDO
VLADIMIR VOLEGOV
HARUYO MORITA
ALEXANDER AVERIN
DONALD ZOLAN
À beira mar… Galeria 2
Mar, eu sonhava ser como você era,
lá nas tardes que a vida minha
sob as horas cálidas se abria.
Ah, eu sonhava ser como você era.
Alfonsina Storni
WILLIAM HENRY MARGETSON
GEORGE HENRY BOUGHTON
RUDOLF ERNST
EDWARD MUNCH
AUGUST HAGBORG
ARTISTAS CONTEMPORÂNEOS
STEVE HANKS
GABRIEL PICART
SERGIO MARTINEZ CIFUENTES
DAVID LIGARE
VICENTE ROMERO REDONDO
Pintura Contemporânea Chinesa: Feng Changjiang
Feng Chang Jiang (Feng Changjiang) nasceu na cidade de Xi’an, China, em 1943. Desde 1997 vive em Nova Iorque.
Tem trabalhos expostos no mundo todo: Museu Nacional, Museu Histórico, Comitê Olímpico Nacional, Museu de Shenzhen – todos na China; Museu da Casa Branca (EUA) e das Nações Unidas.
Especializou-se em retratos, mas também pinta outros gêneros, como a paisagem. É particularmente hábil em pintar cenas enormes. Seus retratos de mulheres são graciosos, elegantes, refinados e cheios de charme oriental. Dá grande importância ao uso tradicional das linhas e cores vibrantes, formando assim um estilo único com forte senso de modernidade.
GALERIA FENG CHANGJIANG
Pintores Contemporâneos – 7
VICENTE ROMERO REDONDO
ARDITH STAROSTKA LEE BOGLE
ROB HEFFERAN DUFFY SHERIDAN
CATHERINE ABEL RICHARD S. JOHNSON
JOSE MIGUEL ROMAN FRANCES MARY JANE Q. CROSS
VLADIMIR VOLEGOV
SVETLANA VALUEVA PINO DAENI
ALEXANDER AVERIN
Um autor, duas obras: Ben Heine
BEN HEINE
(12 de junho de 1983, Abidjan, Costa do Marfim)
Pintor, ilustrador, retratista, caricaturista e fotógrafo
Visite: SITE DO ARTISTA
Ela vem toda de branco… Galeria 8
LADISLAS WLADISLAW VON CZACHÓRSKI GIULIO ROSATI
JERRY BARRETT HENRY WILLIAM BEECHEY
EDMUND CHARLES TARBELL GEORGE HITCHCOCK
JOHN SINGER SARGENT GUILLAUME SEIGNAC
EDMUND BLAIR-LEIGHTON VICTOR GABRIEL GILBERT
ARTISTAS CONTEMPORÂNEOS
AN HE
ROB HEFFERAN
DUFFY SHERIDAN RICHARD S. JOHNSON
JONATHON EARL BOWSER JOSE MIGUEL ROMAN FRANCES
TOM SIERAK
WILLIAM WHITAKER
Pintura contemporânea: Bailarinas – 4
A menina dança sozinha
por um momento
A menina dança sozinha
com o vento, com o ar, com
o sonho de olhos imensos…
A forma grácil de suas pernas
ele é que as plasma, o seu par
de ar,
de vento,
o seu par fantasma…
Menina de olhos imensos,
tu, agora, paras,
mas a mão ainda erguida
segura ainda no ar
o hástil invisível
deste poema!
Mario Quintana
Pintura: Tom Sierak
AN HE
DOUGLAS HOFMANN
RICHARD JOHNSON VICENTE ROMERO REDONDO
ROB HEFFERAN
GUAN ZEJU
ALEXANDER SHEVERSKY
XIE CHUYU
HAMISH BLAKELY PAUL KELLEY
RICARDO SANZ RICHARD YOUNG
Pintura Contemporânea: Retratos de mulher – 15
HEIDI PRESSE
DUFFY SHERIDAN PAUL MC CORMACK
AN HE
KAROL BAK
MARCUS REY CESAR SANTOS
STEVE HANKS (aquarela)
XIE CHUYU
IMAN MALEKI
Parabéns, Floripa ! Nós te amamos !
PINTURA DE STEVE HANKS
FLORIANÓPOLIS – 286 anos
FOTOS
Vista da Lagoa da Conceição, Florianópolis, Brasil – Fotografia: Maria Cândida Lery Santos
Sambaqui, Florianópolis, Brasil – Fotografia: Maria Cândida Lery Santos
Santo Antonio de Lisboa, Florianópolis, Brasil – Fotografia: Maria Cândida Lery Santos
Mirante da Lagoa da Conceição, Florianópolis, Brasil – Fotografia: Maria Cândida Lery Santos
Praia de Itaguaçu, Florianópolis, Brasil- Fotografia de Pedro Mendonça
Ponte Hercílio Luz, Florianópolis, Brasil – Fotografia de Pedro Mendonça
Pintura Contemporânea: À beira-mar…
Eu te amo oceano ruidoso
Em teu surdo, medonho bramir;
Eu te amo, à luz ativa da lua,
Espumando na rocha quebrar.
Duarte Schutel
Pintura de Noelito
ARTISTAS CONTEMPORÂNEOS
STEVE HANKS
GABRIEL PICART
PAUL KELLEY
HOWARD BEHRENS
PINO DAENI
VICENTE ROMERO REDONDO SERGIO MARTINEZ CIFUENTES
HELENE BELAND
Pintura…
Eu sei que se tocasse
com a mão aquele canto do quadro
onde um amarelo arde
me queimaria nele
ou teria manchado para sempre de delírio
a ponta dos dedos.
Ferreira Gullar
Pintura de Karol Bak
O melhor de agosto 2011 – (Parte 1)–Contemporâneos
PAUL KELLEY
Pintor canadense, nascido em 1955.
VERA SABINO
(Artista autodidata nascida em Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, 2 de novembro de 1949)
CLAUDIO BRAVO
(Valparaiso, Chile, 08 de novembro de 1936 – Taroudant, Marrocos, 04 de junho de 2011)
Pintura: Retrospectiva 2011–Julho–Parte II
CONTEMPORÂNEOS
PINO DAENI
(nascido "Giuseppe D’Angelico" em Bari, Itália , 08 de novembro de 1939 – New Jersey, EUA, 25 de maio de 2010)
MADRE ISABEL GUERRA
(Madri, Espanha, 1947)
ARQUIVO: JULHO 2011
Artistas Contemporâneos: Música – 4
AN HE
DANIEL PLANTE DAVID JERMAN
DIEGO DAYER
FERNANDO LOPES PASCUAL
MICHAEL PARKES
GOYO DOMINGUEZ MICHAEL CHEVAL
STEVE HANKS
CHEN YIFEI
ZHAO KAILIN ZENG HAO
Artistas Contemporâneos: Crianças
ALFREDO RODRIGUEZ GIANNI STRINO
CESAR SANTOS SLAVA GROSHEV
ANTONIO CAPEL MORGAN WEISTLING
STEPHEN GJERTSON MARK LOVETT
TOM SIERAK
DONALD ZOLAN
GABRIEL PICART
PATI BANNISTER
STEVE HANKS
IMAN MALEKI
AI XUAN
HAN WU SHEN
YANG FEIYUN GU ZHINONG
Realismo Contemporâneo: Paul Kelley
Pintor canadense, nascido em 1955.
GALERIA PAUL KELLEY
VISITE: SITE PAUL KELLEY
Um autor, duas obras: Vera Sabino
VERA SABINO
(Artista autodidata nascida em Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, 2 de novembro de 1949)
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Receita de Mulher
As muito feias que me perdoem
Mas beleza é fundamental.
É preciso que haja qualquer coisa de flor em tudo isso
Qualquer coisa de dança, qualquer coisa de haute couture
Em tudo isso (ou então Que a mulher se socialize elegantemente em azul,
como na República Popular Chinesa).
Não há meio-termo possível. É preciso
Que tudo isso seja belo. É preciso que súbito
Tenha-se a impressão de ver uma garça apenas pousada e que um rosto
Adquira de vez em quando essa cor só encontrável no terceiro minuto da aurora.
É preciso que tudo isso seja sem ser, mas que se reflita e desabroche
No olhar dos homens. É preciso, é absolutamente preciso
Que seja tudo belo e inesperado. É preciso que umas pálpebras cerradas
Lembrem um verso de Éluard e que se acaricie nuns braços
Alguma coisa além da carne: que se os toque
Como no âmbar de uma tarde. Ah, deixai-me dizer-vos
Que é preciso que a mulher que ali está como a corola ante o pássaro
Seja bela ou tenha pelo menos um rosto que lembre um templo e
Seja leve como um resto de nuvem: mas que seja uma nuvem
Com olhos e nádegas. Nádegas é importantíssimo. Olhos então
Nem se fala, que olhe com certa maldade inocente. Uma boca
Fresca (nunca úmida!) é também de extrema pertinência.
É preciso que as extremidades sejam magras; que uns ossos
Despontem, sobretudo a rótula no cruzar das pernas, e as pontas pélvicas
No enlaçar de uma cintura semovente.
Gravíssimo é porém o problema das saboneteiras: uma mulher sem saboneteiras
É como um rio sem pontes. Indispensável.
Que haja uma hipótese de barriguinha, e em seguida
A mulher se alteie em cálice, e que seus seios
Sejam uma expressão greco-romana, mas que gótica ou barroca
E possam iluminar o escuro com uma capacidade mínima de cinco velas.
Sobremodo pertinaz é estarem a caveira e a coluna vertebral
Levemente à mostra; e que exista um grande latifúndio dorsal!
Os membros que terminem como hastes, mas que haja um certo volume de coxas
E que elas sejam lisas, lisas como a pétala e cobertas de suavíssima penugem
No entanto, sensível à carícia em sentido contrário.
É aconselhavel na axila uma doce relva com aroma próprio
Apenas sensível (um mínimo de produtos farmacêuticos!).
Preferíveis sem dúvida os pescoços longos
De forma que a cabeça dê por vezes a impressão
De nada ter a ver com o corpo, e a mulher não lembre
Flores sem mistério. Pés e mãos devem conter elementos góticos
Discretos. A pele deve ser frescas nas mãos, nos braços, no dorso, e na face
Mas que as concavidades e reentrâncias tenham uma temperatura nunca inferior
A 37 graus centígrados, podendo eventualmente provocar queimaduras
Do primeiro grau. Os olhos, que sejam de preferencia grandes
E de rotação pelo menos tão lenta quanto a da Terra; e
Que se coloquem sempre para lá de um invisível muro de paixão
Que é preciso ultrapassar. Que a mulher seja em princípio alta
Ou, caso baixa, que tenha a atitude mental dos altos píncaros.
Ah, que a mulher de sempre a impressão de que se fechar os olhos
Ao abri-los ela não estará mais presente
Com seu sorriso e suas tramas. Que ela surja, não venha; parta, não vá
E que possua uma certa capacidade de emudecer subitamente e nos fazer beber
O fel da dúvida. Oh, sobretudo
Que ela não perca nunca, não importa em que mundo
Não importa em que circunstâncias, a sua infinita volubilidade
De pássaro; e que acariciada no fundo de si mesma
Transforme-se em fera sem perder sua graça de ave; e que exale sempre
O impossível perfume; e destile sempre
O embriagante mel; e cante sempre o inaudível canto
Da sua combustão; e não deixe de ser nunca a eterna dançarina
Do efêmero; e em sua incalculável imperfeição
Constitua a coisa mais bela e mais perfeita de toda a criação imunerável.
Vinícius de Morais
GALERIA RETRATOS DE MULHER – 3 – Contemporâneos
KARL BANG AN HE
DUFFY SHERIDAN
Madre ISABEL GUERRA IMAN MALEKI
CAROL BAK
ROB HEFFERAN
STEVE HANKS (aquarela)
DOUGLAS HOFMANN
CSABA MARKUS ANTONIO CAPEL
Um autor, duas obras: Claudio Bravo
CLAUDIO BRAVO
(Valparaiso, Chile, 08 de novembro de 1936 – Taroudant, Marrocos, 04 de junho de 2011)
Cuesta abajo…
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CUESTA ABAJO Si arrastré por este mundo Si crucé por los caminos Si fui flojo, si fui ciego, Era, para mi la vida entera Ahora cuesta abajo en mi rodada Por seguir tras de sus huellas Pero nadie comprendía Ahora triste en la pendiente, Era, para mi la vida entera Ahora cuesta abajo en mi rodada Sueño, con el pasado que añoro, |
Se arrastei por esse mundo Se cruzei pelos caminhos Se fui frouxo, se fui cego Era, para mim a vida inteira Agora rolei declive abaixo Por seguir suas pegadas Mas ninguém entendia Agora triste na encosta Era, para mim a vida inteira Agora rolei declive abaixo Sonho, com o passado que anseio |