Um autor, duas obras: Léon-Jean Bazille Perrault
LÉON- JEAN BAZILLE PERRAULT
(20 de Junho de 1832, Poitiers, França – 1908, Royan, França)
Miscelânea: Pintores Franceses
GUSTAVE CAILLEBOTTE
JOSEPH CARAUD AUGUSTE TOULMOUCHE
CHARLES LANDELLE EMILE MUNIER
FRANÇOIS BOUCHER
DELPHIN ENJOLRAS CHARLES CHAPLIN
LEON FRANÇOIS COMERRE GUSTAVE JEAN JACQUET
HENRY VICTOR LESUR
GUILLAUME SEIGNAC
LOUIS MARIE DE SCHRYVER
PINTURA: Louis Marie de Schryver – 2
Louis Marie de Schyrver (Paris, França, 12 de outubro de 1862 – Paris, França, 6 de dezembro de 1942)
Ainda muito jovem encontrou o estilo de pintura que lhe garantiria um longo período de sucesso e o colocaria entre os melhores artistas da “Belle Époque”: cenas das ruas de Paris por volta de 1900, quando misturava à paisagem urbana da cidade descrições realistas de vendedoras de flores, varredores de ruas, cavalos, carruagens e pessoas elegantes.
Filho de um jornalista, começou seu treinamento artístico com apenas doze anos. Muito talentoso, aos treze exibiu seus primeiros trabalhos no Salão de 1876: Marguerites et Chrysanthèmes (Marguerites e crisântemos) e Violettes Fleurs et Printanières (Violetas e Flores de Primavera).
Depois de uma curta passagem pelo atelier de Philippe Rousseau (pintor de cenas de gênero e naturezas mortas), novamente apresentou-se no "Salon", sem a tutela de um professor.
Com 17 anos ganhou a medalha de bronze na "Wordl´s Fair de Sidney" com a pintura "Lilases". Continuou a confiar nos trabalhos de natureza morta, embora já apresentasse alguns retratos e cenas de gênero.
Em 1886 sua atenção voltou-se para a vida cotidiana parisiense e os retratos de pessoas da sociedade. Neste mesmo ano apresentou no Salão "Mes derniers fleurs" (Minhas últimas flores) e "Le premier jour de printemps" (O primeiro dia da primavera), recebendo uma menção honrosa.
Em 1888, tornou-se membro da "Sociéte des Artistes Français" (Sociedade dos Artistas Franceses) e sua pintura começou a atrair muita atenção, não só por sua habilidade técnica, mas pela espontaneidade das cenas retratadas.
Em 1891 passou a frequentar o ateliê do pintor Gabriel Ferrier (1847- 1914) e expôs "La Fin d’une Rêve" (O Fim de um Sonho), que lhe rendeu uma medalha de terceira classe, a sua primeira recebida nos Salões de Paris.
Em 1900 ganha uma medalha de ouro na Exposição Universal e, neste mesmo ano, constroi uma casa em Neuilly e deixa Paris. Seu trabalho também sofre mudanças: virou-se para os retratos e a pintura fantasia – que caracterizava homens e mulheres elegantes em épocas passadas, vestidos a caráter – e que tinham grande procura.
Em 1901, sua pintura "Lesbiennes" (Lésbicas) provocou escândalo no Salão Anual, tendo de ser retirada da mostra.
Ainda no início dos anos 1900 passou a dedicar-se à pintura de corridas de automóveis e apresentou-as no "Salon des Artistes Indépendants", uma exposição que procurava valorizar as novas tendências artísticas. Compartilhava o enorme fascínio pelo tema com Zwillet e Carolus-Duran e juntos criaram a seção de artes plásticas do Automóvel Clube de Paris. Estas obras seguiram um estilo mais impressionista, com belas cores e pinceladas rápidas, mas não tiveram boa acolhida no mercado e, em 1910, Schryver retorna às pinturas de cenas parisienses.
Entre 1919 e 1925, integra-se a uma missão de observadores culturais pós guerra e viaja para a Renânia, onde pinta paisagens, naturezas mortas e telas patrióticas que envia para o salão de Paris. Retorna a Neully e ocasionalmente viaja a Paris, onde morreu em 6 de dezembro de 1942, aos 80 anos.
GALERIA LOUIS-MARIE DE SCHRYVER – 2
VEJA TAMBÉM: LOUIS MARIE DE SCHRYVER – GALERIA 1
Apresentando: JULES BRETON (França, 1827–1906)
Como o auto-proclamado "camponês que pinta camponeses", Jules Breton alcançou fama com trabalhos que revelavam a vida de trabalhadores rurais.
Jules Adolphe Aimé Louis Breton (Courrières, França, 01 de maio de 1827 – Paris, França, 5 de Julho de 1906)
Breton foi essencialmente um pintor da vida rústica, especialmente na província de Artois, que ele deixou apenas três vezes para excursões curtas: em 1864, para Provence, e em 1865 e 1873 para a Bretanha, onde realizou alguns de seus mais felizes estudos de cenas religiosas. Continuou a exibir-se durante toda a década de 1870 e na década de 1880 e 1890 sua reputação cresceu e sua arte foi amplamente divulgada por meio de gravuras.
Em 1886, Breton foi eleito membro do "Institut de France"; em 1889, nomeado comandante da Legião de Honra, e, em 1899, membro estrangeiro da Academia Real de Londres. Seu irmão Emile, um arquiteto por formação, e sua filha Virginie também foram pintores.
Os temas de suas pinturas podem ser geralmente divididos em quatro classes: repouso, trabalho, festas rurais e festas religiosas.
Foi também escritor, tendo publicado vários livros de poesia, da sua vida e de outros pintores que conheceu.
GALERIA JULES BRETON – CAMPONESAS
Pintura: Auguste Toulmouche – 2
AUGUSTE TOULMOUCHE (Nantes, França, 21 de setembro de 1829 – Paris, França, 16 de outubro de 1890)
Toulmouche iniciou seus estudos de desenho e pintura em Nantes. Em 1846 foi para Paris, onde tornou-se um discípulo de Marc Charles Gabriel Gleyre (1806-1874), seguidor da pintura acadêmica. Foi um artista bastante conhecido nos Salões parisienses do século XIX. Fez parte de um seleto grupo de artistas franceses como Jules Émile Saintin ( 1829-1894) e Charles Joseph Frederick Soulacroix ( n. 1825) que se especializaram na chamada pintura de gênero, com representações românticas da vida diária, principalmente das classes mais abastadas. Seu primeiro trabalho exposto foi no Salão de 1848. Em 1852 ganhou uma medalha de terceira classe, uma medalha de segunda classe em 1861 e uma medalha de terceira classe em 1878 (Exposição Universal). Em 1870, Toulmouche recebeu o título de "Chevalier de la Legion d’honneur".
GALERIA AUGUSTE TOULMOUCHE – 2
Pintura: Emile Munier–Galeria 3
Emile Munier (Paris, França, 2 de junho de 1840 – Paris, França, 29 de junho de 1895)
Seu pai, Pierre François Munier, era um artista tapeceiro da "Manufacture Nationale des Gobelins", e sua mãe, Marie Louise Carpentier, trabalhadora em uma fábrica de tecidos. Estudou desenho, pintura, anatomia, perspectiva e química, mas sempre dirigindo o aprendizado para a arte da tapeçaria, seguindo os passos de seu pai. Durante esse período, Emile conheceu Henriette Lucas, filha de Abel Lucas – seu professor – e se casaram em 10 de agosto de 1861. Munier era então um artista de tapeçaria, que eventualmente pintava telas com seu sogro, todas de influência acadêmica. Na década de 1860, graças aos avanços conseguidos com a pintura, recebeu três medalhas, e, em 1869 expôs no Salão de Belas Artes de Paris. Em 1867, seis semanas após o nascimento de seu filho Henri, Henriette contraiu grave enfermidade e morreu prematuramente. Em 1871 dedicou-se exclusivamente à pintura, também como professor, dando aulas três noites por semana. Casou-se novamente em 1872 com Sargine Augrand, uma outra aluna de Abel Lucas. Tinha particular admiração pelos pintores acadêmicos, em especial o amigo Bouguereau, a quem imitava em suas próprias criações. Seus dois filhos, Henri e Maria-Louise, foram sua inspiração principal no início da década de 1880 e ele continuou pintando-os até o fim de sua vida – em 29 de junho, poucas semanas depois de completar 55 anos.
GALERIA EMILE MUNIER – 3
Pintura: Emile Eisman Semenowsky – 2
GALERIA EMILE EISMANN SEMENOWSKY – 2
(Pintor franco-polonês – 1857-1911)
VEJA TAMBÉM – EMILE EISMAN SEMENOWSKY – GALERIA 1 – GALERIA 3
Um autor, duas obras: Adrien Moreau
ADRIEN MOREAU
(Troyes,França, 18 de abril de 1843 – Paris, França, 22 de fevereiro de 1906)
Pintura Contemporânea: Thierry Duval
THIERRY DUVAL (Paris, 1968)
Ilustrador e aquarelista, formado na "École nationale supérieure des arts décoratifs" de Paris, em 1982.
SAIBA MAIS: SITE DO ARTISTA
GALERIA
Pintores Franceses: Miscelânea – 1
WILLIAM-ADOLPHE BOUGUEREAU (1825-1905) CHARLES JOSHUA CHAPLIN (1825-1901)
GUILLAUME SEIGNAC (1870-1924)
GUSTAVE LÉONHARD DE JONGHE (1829-1893) FRÉDÉRIC SOULACROIX (1858-1933)
ADRIEN MOREAU (1843-1906) AUGUSTE TOULMOUCHE (1829-1890)
JULES-ADOLPHE GOUPIL (1839-1883) DELPHIN ENJOLRAS (1857-1945)
JULES JOSEPH LEFEBVRE (1836-1911) GUSTAVE JEAN JACQUET (1846-1909)
LOUIS MARIE DE SCHRYVER (1862-1942)
Um autor, duas obras: Jean Béraud
JEAN BÉRAUD
(São Petersburgo, Rússia, 12 de janeiro de 1849 – Paris, França, 4 de outubro de 1935)
Musas–Eustache Le Sueur
EUSTACHE LE SUEUR
(Paris, França, 19 de novembro de 1617 – Paris, França, 30 de abril de 1655)
MUSAS
As musas eram entidades mitológicas a quem era atribuída, na Grécia Antiga, a capacidade de inspirar a criação artística ou científica. Na mitologia grega, eram as nove filhas de Mnemosine e Zeus. O templo das musas era o Museion, termo que deu origem à palavra museu nas diversas línguas indo-europeias como local de cultivo e preservação das artes e ciências. SAIBA MAIS: WIKIPEDIA
MELPÔMENE – Musa da Tragédia
ERATO – Musa da Poesia de Amor
POLÍMNIA – Musa da Poesia Sagrada
CLIO – Musa da História
EUTERPE – Musa da Música
TÁLIA – Musa da Comédia
URÂNIA – Musa da Astronomia
TERPSÍCORE – Musa da Dança
CALÍOPE – Musa da Poesia Épica
Uma autora, duas obras: Sophie Gengembre Anderson
SOPHIE GENGEMBRE ANDERSON
(Paris, França, 1823 – Falmouth, Cornwal, Inglaterra, 10 de março de 1903)
Um autor, duas obras: William-Adolphe Bouguereau
WILLIAM-ADOLPHE BOUGUEREAU
(La Rochelle, França, 30 de novembro de 1825 – La Rochelle, França, 19 de agosto de 1905)
Mais do mesmo: Charles Henry Tenré e Virgílio Colombo
CHARLES HENRY TENRÉ (PARIS, FRANÇA, 1864 – 1926)
VIRGILIO COLOMBO (ITÁLIA, século XIX-XX) – aquarela
Um autor, duas obras: Emile Munier
EMILE MUNIER
(Paris, França, 2 de junho de 1840 – Paris, França, 29 de junho de 1895)
Mais do mesmo…
PINTURA: CHARLES AMABLE LENOIR PORCELANA KPM – (Königliche Porzellan Manufaktur) – Berlim
Um autor, duas obras: Gustave Jean Jacquet
GUSTAVE JEAN JACQUET
(Paris, França, 25 de maio 1846 – Paris, França, 1909)
Um autor, duas obras: Auguste Toulmouche
AUGUSTE TOULMOUCHE
(Nantes, França, 21 de setembro de 1829 – Paris, França, 16 de outubro de 1890)
Um autor, duas obras: Delphin Enjolras
DELPHIN ENJOLRAS
(Courcouron, Ardèche, França, 13 de maio de 1857 – 1945)
